A escolha de Raquel

quinta-feira, 09 de setembro de 2010

Ao sofrer um acidente ela teve que escolher entre salvar o filho mais velho ou a filha de dois anos.


O título dessa postagem tem tudo a ver. No filme,"A escolha de Sofia",uma mulher teve que escolher num campo de concentração nazista qual filho deveria viver. Na vida real, não foram os nazistas que obrigaram essa mãe a fazer a sua escolha e sim a fatalidade de uma tragédia.
A britânica Rachel Edwards, de 39 anos foi forçada a escolher entre salvar a vida do filho de 16 anos ou da filha de 2 ,após seu carro cair numa represa.
Rachel Edwards, de 39 anos, dirigia o carro acompanhada dos dois filhos e de dois amigos do filho quando passou por um buraco e perdeu a direção na região de Lincolnshire, no nordeste da Inglaterra.
Rachel, que estava grávida de seis meses na ocasião do acidente, no mês passado, conseguiu escapar do carro pela janela enquanto o veículo afundava.
Os dois amigos do filho também conseguiram escapar e correram para buscar ajuda mas foi em vão.
A mãe desesperada mergulhou a mais de três metros de profundidade para tentar resgatar os filhos, que ficaram dentro do veículo, e percebeu que não teria como levar os dois de volta à superfície.
Ela decidiu então salvar primeiro a filhinha Isabela ,enquanto o filho Jack ainda estava preso no carro.
Rachel contou que esperava conseguir deixar Isabella na superfície e mergulhar novamente para resgatar o filho, mas paramédicos chegaram ao local e a impediram de voltar para buscá-lo.
Os serviços de emergência conseguiram tirar Jack do carro, mas o adolescente já estava inconsciente e foi declarado morto ao chegar ao hospital.O pior vem agora. O drama de consciência dessa mãe que teve que fazer a pior e mais difícil opção da sua vida, salvar a vida de um dos filhos. Veja o que ela disse:
"Desde que ocorreu o acidente passo todos os meus momentos pensando em como eu poderia ter salvado meus dois filhos"!Evidentemente que eu nem ninguém pode se consolar com a desgraça alheia, mas diante de todo esse sofrimento materno, reconheço que mesmo sentindo toda a saudade dos  meus filhos queridos, ela não chega nem aos pés do que está passando essa mãe. Sem dúvida, um calvário difícil de aguentar!

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